Lituânia, Palhaços e Trenó de Dois Andares — O Comboio Natalino Tomou a Cidade

Fotos: LEANDRO FURINI | Texto: JOE BORGES

O Natal é uma época iluminada, no sentido de consumo de energia principalmente, em que luzes epiléticas dançam aos olhos dos cidadãos cansados e entupidos das mais diversas mazelas. Toda essa efervescência visual torna a cidade de São Paulo muito mais carismática que de costume, o que já pode ser visto com clareza por toda a parte. Com absolutamente nenhuma base nisso, os zasos Joe Borges e Leandro Furini saíram para as ruas no penúltimo domingo antes do Natal com a idéia de visitar o bairro da Vila Zelina, recanto da imigração lituana na cidade, a fim de encontrar um cenário interessante a ser explorado. Sem lá muita base no que estavam fazendo, se encontraram no Metrô Vila Prudente e partiram a pé para a Av. Zelina, que, segundo o deus Google, era o coração do bairro. Como beduínos nas areias da Tunísia, foram camelando sol adentro em direção à tal avenida, na esperança de achar algum tipo de comércio típico ou pessoas tradicionais da Lituânia, não tendo nem idéia do que as diferenciaria de outros moradores. Conforme iam adentrando o bairro, absolutamente nada lhes indicava que suas metas seriam atingidas. Quando chegaram à tal avenida, já a cerca de dez minutos do metrô, se depararam com uma ladeira fervorosa, o que imediatamente os desmotivou. Quando tudo parecia perdido, Joe avistou um pôster de propaganda, daqueles que ficam em ponto de ônibus, que lhe chamou a atenção. Achando que se tratava de algo relacionado à cultura lituana, por conta de alguns desenhos arquitetônicos que compunham o cartaz, voltou o passo em direção ao mesmo imediatamente, quase trincando a coluna. Correndo os olhos pelo cartaz, rapidamente percebeu que na realidade o pôster era sobre um circuito de eventos organizado pela prefeitura de São Paulo, chamado Jornada do Patrimônio. Nada de lituano foi encontrado no cartaz, o que fez com que o sol ficasse ainda mais ardido nas carcaças debilitadas dos dois. Quando já estavam terminando de ler o cartaz e quase voltando a subir a ladeira, a última linha do último evento do último dia lhes chamou a atenção: Às 15h30 aconteceria no Estádio do Pacaembu um Futebol de Palhaços. Essa informação causou confusão e diarréia mental, era bom demais para ser verdade. Em êxtase, os juvenaltas se perguntaram o que seria esse polêmico acontecimento. Àquela altura já eram cerca de 14h30, a dúvida entre continuar a desbravar a Vila Zelina ou partir imediatamente para o tal jogo era dolorida e complicada. A título de esclarecimento, Joe ligou para a prefeitura para saber mais informações, afinal, o Futebol de Palhaços podia tanto ser um jogo sério de atletas profissionais maquiados arrepiando uns aos outros quanto três palhaços chutando uma bola colorida de maneira mongolona. Depois de inúmeras tentativas de ligação sem sucesso e já deveras impacientes, resolveram partir imediatamente em direção ao Estádio do Pacaembu, o tempo era preciosíssimo naquele momento.

Ligando para a prefeitura.

Às 15h15, Jonas e Leandro já estavam desembarcando no Metrô Clínicas, a eminência de perder o começo do Futebol de Palhaços aterrorizava-os. Durante a descida para o Estádio não havia nem sinal de qualquer tipo de profissional do entretenimento infantil, a situação ia se tornando preocupante. Ao finalmente começarem a descer as escadarias da Praça Charles Miller, avistaram uma série de crianças em frente ao estádio, emitindo sons e barulhos que apenas menores de idade são capazes de produzir. Um tanto encabulados, os dois foram se aproximando cada vez mais da entrada do local, o receio de chegarem atrasados se mostrou bobagem, os portões sequer estavam abertos. Após perguntarem à alguns policiais, que como de praxe não foram lá muito receptivos, que horas começava o jogo e verificarem que ainda havia um bom tempo sobrando, resolveram sentar-se no resturante oficial do Pacaembu e esperar um pouco. Uma olhadela no cardápio foi suficiente para que a idéia se mostrasse caríssima e fosse prontamente abortada, os tão cobiçados chopp e pizza deram espaço para um cachorro quente e uma latinha de Skol, consumidas por Joe de maneira honrosa. Quando o assunto é alimentação, ele não brinca em serviço. Enquanto estavam ao lado da simpática vanzinha de dog, no meio da Praça, ao menos três ônibus estacionaram em frente ao Estádio, em sequência, recheados de crianças que, como eles, vieram acompanhar o evento.

A idéia de tentar adentrar o evento como sendo da imprensa ia ganhando força, os zasos resolveram tentar a sorte indo até a porta para conversar com alguém da produção. Atentos, observaram que os profissionais saiam de dentro de uma portinhola de metal ao lado da entrada principal, foi para lá que se dirigiram. Ao chegar abrindo a porta timidamente, foram prontamente atendidos por um segurança que estava sentado ao lado da mesma. Por sorte, na mesma hora passava por eles uma das coordenadoras de produção, o segurança apontou-a imediatamente. Solícita, Lindsay (carece de fontes se é assim que escreve) lhes explicou que o futebol de palhaços era uma espécie de teatro encenado por atores circenses. Ingenuamente, nossos heróis não conseguiram esconder o descontentamento com a notícia, suas mentes haviam produzido uma fantasia tosca de que o futebol seria real. A senhorita da produção, por fim, lhes disse que provavelmente conseguiria colocá-los em campo como imprensa, o que deixou-os mais reconfortados. Apesar da possibilidade de entrar no sagrado e seleto grupo de profissionais cobrindo o evento, voltaram um tanto cabisbaixos para a frente do Estádio, refletindo se valia a pena ou não continuar a cobrir a peleja. Havia uma outra idéia na manga que era a de cobrir outro evento, um encontro voltado para mulheres gamers, com uma variedade enorme de video-games e jogos antigos, uma idéia bem nota seis, passando de ano raspando, diga-se de passagem. O problema é que o tempo estava fechando cada vez mais e o evento era na Vila Mascote, Zona Sul da cidade e longe pra caralho, como dizem no popular. No final das contas resolveram ficar. Depois de uma boa e velha cera na frente do Estádio, os portões foram finalmente abertos, para o delírio da molecada que entrou acompanhada de pais e professores. Seguindo o fluxo, os zasos resolveram entrar também.

As 16h30 já iam se aproximando e nada de futebol, sequer os palhaços estavam em campo. Apenas metade do estádio estava liberado para a torcida, que impressionantemente lotou uma ala inteira. Crianças munidas de pompons laranjas e azuis dominavam o local, uma situação bem pitoresca. Grudados à grade, Joe e Leandro confabulavam sobre como adentrar a ala de imprensa, que já estava mais ou menos armada, tendo um número de pessoas suficiente para lotar no máximo uma Fiorino. Finalmente, após cerca de meia hora, os palhaços começaram a entrar em campo, trajando roupas extravagantes que mesclavam suspensórios, valizes médicas e todo tipo de remendo, tudo aliado à movimentos corporais de gosto duvidoso. Ia começar a esdrujulice. Logo de cara, os palhaços se armaram no meio de campo para cantar o hino nacional, que era proferido por um deles que parecia meio que um líder do bando. Porém, uma falha nos aparatos de som do Estádio atrapalhou o momento enquanto a criançada estava insandecida, o jogo já começou torcendo o tornozelo esquerdo. O pontapé inicial foi dado, era cada um por si. O jogo era entre dois times, o Laranjada e os Azulejos, grande clássico do mundo circense, e , literalmente, uma caótica palhaçada. Minutos após o começo da “partida”, Lindsay (faltam informações sobre a veracidade desta escrita) veio lhes falar para conversarem com outro coordenador da imprensa, dando o aval para a entrada dos zasóles no campo. Depois de uma boa conversa com o segurança do portão de entrada para o campo, que fazendo seu trabalho impunha algumas burocracias para a entrada dos dois, foram finalmente liberados. Uma vez pisando no gramado, era missão quase cumprida.

Pouco depois do término do primeiro tempo, com o jogo empatado em 2×2, Jonas e Leandro deixaram o local com sensação de missão cumprida. Ao chegarem de volta à entrada do Estádio, se depararam com um céu bem fechado, era uma questão de tempo para que uma chuva avassaladora caísse sobre eles. Após colocarem na mesa se realmente deveriam partir para o evento gamer na Zona Sul, e pressionados pelo eminente dilúvio, resolveram subir até a rua. À essa altura, a idéia inicial já havia morfado para uma possível ida à Praça Roosevelt, outra idéia marromeno. Leandro, grande entusiasta do Uber, resolveu consultar o mesmo para saber quanto daria uma corrida até lá, o resultado foi desanimador, sendo que, segundo o próprio aplicativo, em dez minutos o valor cairia consideravelmente. Resolveram então esperar. Durante alguma conversa insignificante, Leandro apontou em direção à alguns ônibus que estavam parados em frente ao estádio, dizendo de maneira efusiva que um dos motoristas era um Papai Noel. Repreendendo-o de maneira equivocada, Jonas diz que não e que o que ele achava que era um Papai Noel na realidade era um casaco vermelho encostado no assento do motorista. Como uma águia com catarata, Joe sagazmente apertou os olhos um pouco mais e, para seu espanto, se deparou com dois Papais Noéis de pé conversando ao lado do ônibus. Era verdade, os motoristas eram bons velhinhos.

A visão natalina fez com que os zasalhas desistissem de ir para a Praça Roosevelt e descessem em direção aos ônibus. Ao chegar por perto, foram acolhidos de maneira calorosa pelos dois motoristas avistados anteriormente, que estavam trajando vestimentas noéiscas. Eles lhes explicaram que aquela era uma ação organizada em conjunto pelas empresas de transporte público da cidade, com o intermédio da SpTrans e da Secretaria de Transporte. Cerca de 50 ônibus sairiam da Praça Charles Miller em direção ao Parque Ibirapuera às 19h da noite, desfilando pela cidade totalmente embebidos em decorações natalinas e luzes alucinógenas. Era um tanto difícil prestar atenção às explicações sérias vindas de dois caras vestidos de Papai Noel, mas em poucos minutos os zasos se acostumaram à situação. Àquela altura, pouco antes das 18h, não haviam mais do que dez ônibus estacionados na Praça, sendo que dois deles eram os que chamavam mais a atenção: O primeiro era um ônibus duplo sanfonado bastante cumprido, emitindo canções natalinas diversas por um parrudo alto-falante em seu teto; O outro era um ônibus vermelho de dois andares intimidador e que claramente era o “carro chefe” do evento. Conforme iam andando pelo local despretenciosamente, o cenário ia ficando mais claro, haviam mais Papais Noéis do que eles imaginavam, de todos os jeitos possíveis, e os ônibus estavam decorados com os mais diversos firuleibes natalinos imagináveis. À frente do imponente ônibus duplo estavam algumas Mamães Noéis conversando entre si de maneira efusiva. Ao se aproximarem cordialmente, lhes foi explicado que à pedido do Secretário de Transportes do Estado, aquele ônibus seria dirigido e completamente operado por mulheres, uma idéia bastante interessante. Desde a época em que Jânio Quadros fora prefeito da cidade não se via um ônibus de dois andares circulando por ai, quanto mais natalino. Uma fome começou a acometer os zasos, que resolveram dar uma chegada até a Vila Boim, recanto da facada no bolso gastronômica, para então voltarem novamente para a Praça, a missão agora era desfilar pela cidade dentro do ônibus de dois andares.

Já de volta para o pátio, e com uma nova frota de ônibus lhes esperando, conversaram um pouco mais com alguns dos motoristas natalinos, descobrindo informações interessantes. A primeira empresa a começar com esta prática de fim de ano foi a Sambaiba, responsável pelo cobiçado ônibus de dois andares e pelo sanfonado musical. A primeira vez que a empresa resolveu decorar sua frota foi há cerca de 5 anos, sendo que 2015 seria o primeiro ano em que todas as empresas se uniriam à ela em prol da causa. Uma rápida análise sobre as decorações ao redor levava a concluir que a empresa pioneira era a que tinha o maior cuidado de todas, havia uma diferença clara de qualidade e capricho, algumas haviam comprado fantasias realmente carnavalescas e outras botado um babador para servir de barba para o motorista. Observando que muitas pessoas estavam adentrando o ônibus de dois andares, os zasalhas resolveram fazer o mesmo. O interior era relativamente apertado mas bastante bem cuidado, com as mais diversas decorações ao redor. O segundo andar era extremamente arejado, sem janelas, apenas umas barras de sustentação na lateral. Poucos minutos depois de terem subido ao segundo andar, o coordenador geral do evento e um dos diretores da Sambaiba, David, veio avisar aos passageiros que aquele ônibus era um protótipo e que apenas o pessoal autorizado pela Sambaiba poderia viajar nele. Aquela foi uma caixotada e tanto, Joe e Leandro tinham que fazer algo a respeito. Foram, então, conversar com David, lhes pedindo caridosamente para embarcar no ônibus, já que eram da imprensa e queriam cobrir o evento. No alto de seus quase dois metros de altura, o diretor se compadeceu dos jovens e permitiu o embarque deles. Radiantes, ainda foram dar mais uma volta pela praça e colher mais alguns depoimentos, aproveitando a, agora tímida, luz do dia que ainda restava. Uns dos destaques foi o veterano motorista João, o “Pai”, que chamava a atenção por ser uma espécie de Isaac Hayes natalino, não só na aparência como no discurso.

Regiane, 48, baiana de Rui Barbosa, era a motorista do ônibus de dois andares tripulado e a líder da tripulação feminina. Acredita que eventos como esse são importantes para o turismo da cidade.

John, 35, foi um dos mais solícitos. Ele explicou que quem disponibiliza todo o aparato natalino para os funcionários é a própria empresa e tinha uma das mais vistosas barbas de todos os envolvidos.
Amauri, 43, não tinha uma barba das mais vistosas, mas para compensar era um dos mais entusiasmados, tendo a iniciativa própria de comprar uma série de doces e acepipes para distribuir entre as crianças.

João “Pai”, 54, o Isaac Hayes dos motoristas natalinos era uma espécie de guru da empresa de ônibus Sambaiba. Esse apelido se deve ao fato de ele ser um dos conselheiros dos mais jovens na empresa e colaborador assíduo dos treinamentos. Gosta bastante de falar que o motorista tem um trabalho delicado e um compromisso com a vida dos passageiros, mesmo quando o assunto é completamente diferente. “Pai” confidenciou que quem são chamados para ser Papais Noéis são os funcionários mais exemplares, com menos faltas e menos problemas diversos na empresa.

Com uma certa dose de atraso, nada de comprometedor, chegara a hora da partida. O pátio já estava lotado e as luzes já começavam a se destacar por conta do fim de tarde. David surgiu entre a rodinha de Papais Noéis em que Joe e Leandro se encontravam para anunciar que os ônibus estariam partindo. Dentro do ônibus de dois andares o clima era de turismo, na realidade havia muito mais gente que não era da empresa do que David havia falado. Pessoas que claramente eram amigas ou família de funcionários da empresa embarcaram no mesmo, portando os mais diversos acepipes e aparatos fotográficos. Lentamente, os ônibus começaram a partir. O “carro chefe”, em que os zasóides se encontravam, partiu primeiro, conduzindo uma reluzente frota de jamelões coloridos. A situação era bastante pitoresca, conforme os ônibus iam subindo a Cardoso de Almeida, motoqueiros iam escontando o comboio, buzinando e acenando como se não houvesse amanhã, era quase como se uma invasão extraterrestre estivesse acontecendo ali ao vivo, chamava muito a atenção. Algumas horas antes, na Avenida Paulista, havia acontecido uma manifestação à favor do Impeachment da presidente Dilma Roussef, o que causava certa desconfiança em David com relação à passagem dos ônibus por lá. Ao chegarem na Avenida, que ainda se mostrava abarrotado de gente, o comboio foi ovacionado por milhares de pessoas, era uma cena realmente absurda. Os zasalhas, ao pé da janela, observavam tudo ao redor, enquanto um grupo de pelo menos 15 Papais Noéis ciclistas acompanhavam os budzones pela ciclofaixa. Ao longo do percurso, os zasalhas começaram a perceber que havia um motociclista acompanhando o ônibus, filmando tudo da garupa de uma moto, portando sua câmera de mão e um capacete que era duas vezes maior que sua cabeça. Poucos instantes depois, quando o ônibus já havia passado por diversos lugares diferentes, o mesmo indivíduo estava no meio das pessoas, desta vez sozinho, e ainda de capacete, filmando. Parecia que ele estava se teletransportando automaticamente para todos os lugares em que o ônibus passaria, transformando-se numa figura mística. Num piscar de olhos ele poderia estar sentado no banco de trás. O percurso da Paulista ia chegando ao fim, era hora do ônibus descer pelo Paraíso em direção ao Parque. Nesse momento a noite já havia caído e as luzes reluziam como nunca. O comboio seguiu pela Av. 23 de Maio causando mais comoção ainda, era hora de passar pela árvore de natal do Parque Ibirapuera. Os entornos da árvore estavam abarrotados de pessoas, haviam facilmente mais de mil. Houve um momento em que ônibus da parte de trás do comboio acabaram por ficar pra trás, o que fez com que o brutalóide de dois andares tivesse que esperar. Foi a deixa para que os zasos descessem para comer um hamburguer e esbarrar sem querer em transeuntes.

De hamburguer na mão e coração na ponta da chuteira, os zasos correram em direção ao ônibus assim que ele estava fazendo o retorno para voltar em direção ao Pacaembu, foi uma jogada de mestre. O número de pessoas que queria entrar no alegórico ônibus não parava de crescer, foi impressionante ninguém ter tentado escalá-lo. A volta foi mais tranquila e sem nada de tão emocionante ao ponto de ser mencionado, as 22h já iam caindo sob as carcaças de todos e o número de pessoas na rua caía consideravelmente. Em menos de uma hora eles já haviam voltado ao pátio do Estádio.

A chegada ao Pacaembu foi bastante efusiva, os Papais Noéis ainda ficaram um bom tempo confabulando sob o acontecido, que rendeu momentos inusitados à todos os envolvidos. Chegara o momento de se despedir, os zasalhas ainda pararam para conversar um tempo com David e seu irmão, que estava alucinando fortemente na tiração de fotos. Aos poucos, ônibus por ônibus ia voltando para sua garagem, sumindo brilhosamente no horizonte.

Os zasalhas acabaram a noite sentados ao pé duma banca de jornal, enquanto o jornaleiro responsável pela mesma tocava um reggae no violão. Ainda era possível observar os últimos ônibus irem embora. E foi com esta visão que os zasalhas partiram, desta vez num automóvel de passeio para suas devidas casas. O que parecia ser, à princípio uma tentativa meio duvidosa de explorar o bairro da Vila Zelina (tinha esquecido já, né?) morfou para futebol de palhaços e depois para um desfile carnavalesco num comboio reluzente pela cidade, tornando este um dos dias mais inusitados das debilitadas vidas zasáicas.

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